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Jornada Lobisomem

banner sangue de lobo  

Recebi o convite para um evento que comemora o lançamento do livro “Sangue de Lobo“, escrito por Rosana Rios em parceria com Helena Gomes. Trata-se da Jornada Lobisomem. Haverá jogo de RPG, palestra, autógrafos e coquetel. Tudo em 22 de agosto, dia do Folclore, tendo por temática: os Lobisomens!!!

 

Programação:

14h – Início dos jogos de RPG “Caçada Fantástica” – participe!

15h30 – Palestra Lobisomem, a origem do mito: Folclore ou Ciência? Com Helena Gomes e Rosana Rios

17h – Coquetel de lançamento do livro Sangue de Lobo, da Ed. DCL.

Local: Biblioteca Pública Viriato Correa

Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana (a 2 quarteirões do Metrô Vila Mariana – Linha Azul)

Dia: 22 de agosto de 2010, domingo (Dia do Folclore)

Horário: das 14h às 19h

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Lettera Libris

Lettera Libris · Literatura & Afins

“Vocês acham possível, nos dias de hoje, ainda existir um jornal literário que não seja online? Um jornal de papel mesmo, de qualidade, e que não seja chato, mas divertido, instigante, provocador?”

Com as palavras acima começava o texto de um instigante convite que me foi enviado. O Texto convida para o lançamento do Jornal Literário Lettera Libris & Afins. Participam deste primeiro número os escritores Fábio Fernandes, Nelson de Oliveira, João Silverio Trevisan, Marne Lucio Guedes, Marcelino Freire, Braulio Tavares, Fabricio Marques e Daniel Esdras.

A primeira edição traz encartado um CD sobre a vida e obra de Lygia Fagundes Telles, podcast pertencente a série Lettera Libris: Grandes Escritores.

O lançamento do Jornal ocorrerá na próxima segunda-feira (28/06) na Livraria da Vila, filial Fradique Coutinho, a partir das 18:30. 

Por Cândido Ruiz

ConviteTabloide

Paradigmas

Paradeigma

 

“Barreiras são erguidas apenas para serem colocadas abaixo. Um paradigma só é tão eterno quanto a capacidade humana de desafiá-lo”.

 

Recentemente fui incitado por um amigo escritor a quebrar paradigmas e decidi fazer o mesmo convite aos leitores deste blog. Minha próxima aquisição serão os volumes da coletânea Paradigmas. Abaixo reproduzo trechos da divulgação da coleção composta por 4 volumes. 

 A Coleção Paradigmas é justamente o ângulo que rompe a membrana entre os subgêneros consagrados para fomentar o nascimento do original. Nela são reunidos contos de – e para – uma geração de novos escritores, livres de preceitos e com a mente no futuro. Quebre os paradigmas!

 

Orelhas da Obra:

 Existem milhares de formas de se contar uma história, centenas de modos de se estruturar uma narrativa, mas pouco mais de uma dezena de maneiras de tornar uma obra original. Esta é a hora de revisitar, renovar ou rejeitar completamente um paradigma.

 A palavra paradigma se origina do grego parádeigma, que em seu sentido literal quer dizer modelo, um padrão a ser seguido. Na literatura seria algo partilhado por diversos autores, como um fluxo de pensamentos que culmina em idéias semelhantes. É um termo complexo que aponta algo simples: os limites de uma idéia, o molde para se manter dentro dessas balizas.

 A Coleção Paradigmas surge para apontar esses modelos que deram certo e as fórmulas que podem ser seguidas – ou rompidas. A proposta é apresentar contos incomuns, mesmo que baseados em paradigmas consagrados. Os volumes podem ser lidos em qualquer ordem, assim como seu conteúdo. Para alcançar tamanha diversidade, foram selecionados 13 contos de autores fantásticos que se empenharam na busca do novo e do insólito sem deixar de lado o conhecimento acumulado, desenvolvido em séculos de literatura.

Paradigmas 1

 

 A arte de capa deste volume apresenta trancas e fechaduras, remetendo à clausura que o próprio tempo impôs à liberdade de criação. Tudo possui um padrão, como indica a espiral áurea. Estética, métrica e simétrica a serviço do bom senso, da unicidade de estilos. Mas mesmo na natureza existe o caos. Na beleza das formas assimétricas e, ainda assim, surpreendentes em sua perfeição. A concepção não deve ser encarcerada.

Abra as portas. Quebre os paradigmas!

Paradigmas 2

 A arte de capa deste volume apresenta várias cabeças, remetendo à separação que o próprio homem impôs à mente criativa e o discernimento comum. Tudo possui um padrão, como indica a espiral áurea. Estética, métrica e simétrica a serviço do bom senso, da unicidade de estilos. Mas mesmo na natureza existe o caos. Na beleza das formas assimétricas e, ainda assim, surpreendentes em sua perfeição. A concepção não deve ser encarcerada.

Abra a cabeça. Quebre os paradigmas!

Paradigmas 3

 A arte de capa deste volume apresenta várias asas, remetendo à liberdade de criação que o homem deve dar a sua mente para gerar obras livres de amarras convencionais. Tudo possui um padrão, como indica a espiral áurea. Estética, métrica e simétrica a serviço do bom senso, da unicidade de estilos. Mas mesmo na natureza existe o caos. Na beleza das formas assimétricas e, ainda assim, surpreendentes em sua perfeição. A concepção não deve ser encarcerada.

Abra as asas. Quebre os paradigmas!

Paradigmas 4

A arte de capa deste volume apresenta várias molduras, remetendo ao confinamento que o próprio homem impôs à mente criativa e o discernimento comum. Tudo possui um padrão, como indica a espiral áurea. Estética, métrica e simétrica a serviço do bom senso, da unicidade de estilos. Mas mesmo na natureza existe o caos. Na beleza das formas assimétricas e, ainda assim, surpreendentes em sua perfeição. A concepção não deve ser encarcerada.

Veja o quadro maior. Quebre os paradigmas!

 

Dados Técnicos:

Autoria: Vários Autores – Organização: Richard Diegues

ISBN: 978-85-61541-12-5

Páginas: 120

Formato: 14×21cm

Ano: 2009/2010

Extraneus

Extraneus

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Com o objetivo principal de divulgar os trabalhos de novos autores, o Estronho e Esquésito em mais uma parceria com a Cidadela Editorial convoca autores para a série de antologias EXTRANEUS.

 

 

A coleção EXTRANEUS possuirá três volumes temáticos, mas que permitem total liberdade de criação por parte dos autores, em relação ao gênero escolhido. Os títulos dos volumes da coleção Extraneus são Medieval Sci-Fi, Quase Inocentes e Em nome de Deus.

 

Primeiro volume

 

 

Embora o volume 1, pela mistura de dois gêneros de literatura, acabe limitando um pouco a criação, nos volumes 2 e 3 os autores podem soltar a imaginação com o terror, suspense, ficção científica, steampunk, fantasia medieval ou urbana… enfim, qualquer subgênero da literatura fantástica pode figurar entre os contos selecionados.

  Segundo volume

 

Os Autores NÃO PAGAM para publicar, não são obrigados a adquirir nenhum exemplar (nem mesmo por consignação) e recebem os direitos autorais. Em contrapartida, a impressão é feita sob demanda, ou seja, à medida que forem fechados os pedidos semanais, os livros são enviados para os compradores diretamente pela editora. Se está interessado em participar conheça os detalhes na pagina da antologia.

 

Por Cândido Ruiz

  

Terceiro volume

Histórias Fantásticas

Histórias Fantásticas

Historias Fantasticas

Eis aqui um convite para o Fantástico!

Histórias Fantásticas é fruto da parceria entre a organizadora Georgette Silen, a Cidadela Editorial e o site Estronho e Esquésito e promete explorar a diversidade da Literatura Fantástica Brasileira. hf1_3d

A pagina oficial da série propõe como argumento que “o Fantástico é intrínseco, inegável e indissolúvel na formação de uma sociedade. Estando presente desde os primórdios em todas as culturas e mitologias que cercam o ser humano”.

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A coletânea será composta de 21 contos selecionados no primeiro volume, os autores estão convidados a explorar todos os tipos possíveis de criaturas fantásticas, com temática livre dentro do gênero Fantástico. Autores interessados em participar enviem seus contos, entre 8000 e 10000 caracteres com espaços, para o email historiasfantasticas@cidadelaeditorial.com.br até o dia 07/06/2010(fim da seleção para o 1º volume apenas) para avaliação e seleção.
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Os autores selecionados não terão que pagar pela publicação, que será no sistema de demanda da editora, e terão direito a descontos especiais para os exemplares que desejarem adquirir.

Por Cândido Ruiz

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Na sombra de Cthulhu

Bem vindo! Sente-se confortavelmente. Você está na sombra de Cthulhu!

Estás são as boas vindas que tive ao dar uma olhada em um projeto indicado por uma amiga. Na Sombra de Cthulhu é um blog dedicado aos interessados na

antologia de temática lovecraftiana organizada por Eli A. Soldi para a Multifoco Editora.

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Os tentáculos desta antologia reunirão em um (ou mais) livro(s) contos de autores amadores, novos e veteranos, que desenvolvam e expandam os mitos de Cthulhu: o Universo ficcional que Lovecraft criou para suas obras.

Os autores do projeto comentam: “Os contos podem seguir pelo mistério, pelo suspense, pelo horror e até pelo humor (se bem feito, por que não?), mas devem fazer uso ou referência das criaturas bizarras, dos deuses alienígenas, dos lugares amaldiçoados, dos tomos proibidos, das civilizações perdidas e de tudo o mais que Lovecraft apresentou em sua obra”.

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A Antologia homenageará Lovecraft o autor que inspira a tantos outros grandes nomes como Stephen King, Jorge Luis Borges, Umberto Eco, Neil Gaiman, Robert Howard e Alan Moore. Essa será a primeira antologia no gênero publicada no Brasil.

Interessados? Conheçam o blog oficial Na Sombra de Cthulhu e contatem Eli A. Soldi.

Cândido Ruiz deseja bons sonhos a todos e falando de sonhos… Cthulhu fhtagn!

P.S. esse assunto me recorda uma de minhas tirinhas predilectas O Joven Lovecraft ;)

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Vapor, engenho e arte!

Tibor Moricz e O Peregrino

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Tibor Moricz não é um autor estreante e seus romances já nos são conhecidos. O Autor de Fome e Síndrome de Cérbero desta vez nos presenteia com O Peregrino – Um romance ambientado no meio oeste americano, ano aproximado de 1870. Um homem desperta numa caverna, seminu, cabeludo, barbudo, com unhas longas e retorcidas. Sem memória nenhuma do passado. Ao seu lado, um Colt45 reluzente como novo. – Eis o nosso ponto de partida neste romance que foi batizado de forma extrovertida por Romeu Martins como “bullets and sorcery“. O Peregrino será lançado pela Editora Draco. O autor me revelou alguns elementos deste romance em uma breve entrevista.


1-Como o criador classifica sua obra? Nos conte um pouco mais a respeito deste universo que parece flertar com o Weird West e o Steampunk.

O Peregrino nasceu conto. Era pra ser um conto. Por tradição não elaboro antecipadamente as tramas de narrativas curtas. Deixo as palavras irem fluindo, juntando parágrafos. Às vezes não funciona e às vezes funciona bem demais, como nesse caso. Me dei conta de que tinha muito mais nas mãos do que um conto lá pela página 10. Foi aí que antevi toda a magnitude da história, toda a sua potencialidade. Mudei drasticamente de estratégia e comecei, então, um romance. Não pensei em gêneros nem em subgêneros enquanto escrevia. Deixei a coisa fluir, presa, porém, a um fio condutor tênue. Agora, pronto, vejo que tenho nas mãos uma obra que mistura fantasia e ficção científica. Reúne características de ambas. É um romance com características Steampunk, mas não foi escrito para ser assim. Não houve uma planificação neste sentido. Surgiu naturalmente.

2-O Protagonista tem como cenário de sua peregrinação três cidades – Downtown, Middletown e Uptown – Fale sobre estas cidades e os objetivos desta procura por crianças perdidas.

Downtown representa uma prosaica cidade do velho oeste americano, sem atrativos, sem tecnologia a não ser o comum para a época. Sua população formada por velhos quase centenários, vive apenas para um único objetivo: aguardar a chegada de um Peregrino – presente no inconsciente coletivo da cidade – e vê-lo partir em busca dos filhos há tanto tempo sequestrados.

Middletown e Uptown são fases dentro do interminável ciclo de eventos que marcam a história. Não direi mais a respeito dessas cidades sob o risco de cometer um “tramaticídio”, revelação de spoilers que possam retirar o elemento surpresa de futuros leitores.

Existem interesses escusos, enfrentamentos extraordinários e duelos, tão característicos à época. E uma gama de personagens bizarras que permeiam a história e dão a ela a liga necessária.

Essa busca pelas crianças se mostra mais complexa do que parecia em princípio e o protagonista se verá cada vez mais enrodilhado numa sucessão de eventos que deflagrarão muito mais que simples ação de resgate. Verá que está em busca de si mesmo, pelo próprio passado e pelos terríveis segredos que ele esconde.

3-O Misterioso Colt 45 parece ser aquele objeto que em toda historia capta a atenção do leitor e o nosso peregrino se enquadra no papel de um perfeito anti-herói. O que pode contar a respeito?

O Peregrino não é anti-herói nem herói. Ele se sente um estranho numa terra estranha. Ele está lá, não sabe como nem por que, e age conforme as circunstâncias. Vende muito mais a imagem de vilão que de mocinho. O Colt 45 agrega à história a característica de fantasia, ao jamais ficar descarregada e jamais errar um tiro, mesmo que esteja mal apontada. Ela é o vetor “negro”, uma influência nefasta e obscura que conduz as ações do protagonista. Tem papel fundamental na história e é elemento crucial em todo o seu desenrolar.

Existem outros elementos na trama – excentricidades –, além do Colt 45, que dialogam com a fantasia.

4-Fale um pouco sobre sua relação com literatura fantástica e em particular com o Steampunk.

Comecei a escrever com ambições profissionais há cerca de seis anos. Antes disso fiquei sem escrever nada por quase vinte anos. Antes disso, ainda, eu escrevia pequenos contos, todos eles realistas, embora fantásticos em sua maioria. Síndrome de Cérbero, meu primeiro livro – escrito depois de várias tentativas e “treinos” com outros títulos, alguns que jamais serão publicados por serem muito ruins – foi recebido como FC, embora eu tenha relutado em aceitar esse rótulo. Eu estava falando das dores e dos conflitos humanos! Não de viagens temporais, embora elas existissem. Custei a aceitar o fato.

Depois disso fui lentamente adentrando nesse universo fascinante. Já havia lido desde a adolescência vários livros de ficção científica, estimulado pela minha mãe, leitora voraz, uma verdadeira traça de biblioteca. Todos eles de escritores clássicos no gênero. Só de uns anos pra cá que comecei a conhecer outros autores, muitos deles brasileiros. Minha história na literatura especulativa é muito recente e ainda engatinho dentro dela.

O Steampunk é também um gênero ao qual estou sendo pouco a pouco apresentado, lendo obras aqui e ali. Não me considero um entendedor no assunto. Bem, não me considero entendedor em nenhum assunto. Mas me esforço.

5-Como autor fale a respeito do cenário nacional da literatura fantástica. E a respeito das campanhas de incentivo a leitura de autores nacionais. O que aguarda para este ano em que novos autores estão surgindo?

Vemos uma efervescência de lançamentos, de surgimento de novas editoras e muito boa vontade na avaliação de trabalhos de autores ainda nunca publicados. Isso é fascinante e dá uma mostra do que será nosso futuro imediato se os lançamentos encontrarem apreciação dentro de um universo de leitores que não é muito grande. Também será fascinante se esses lançamentos aguardados trouxerem em seu bojo uma qualidade literária mínima. Tenho boas perspectivas para o futuro.

Quanto a campanhas de incentivo a leitura de autores nacionais, nenhuma dará certo se não houver esse incentivo já na mais tenra idade, com o apoio e exemplo dos pais. Mas não um incentivo exclusivo para leitura de obras de autores nacionais. Leitura geral, abrangente, mainstream e gênero. Os autores nacionais de gênero terão que conquistar a confiança dos leitores com esforço próprio, com talento próprio, e não com subsídios externos.

6-Quais os autores que influenciaram seu trabalho?

Essa é uma pergunta que todos me fazem e para todos dou a mesma resposta: não tenho nenhum autor que me seja referencial. Sou o resultado de uma sopa primordial de onde borbulha toda a gama de leituras que fiz na vida.

7-Pra terminar, defina o Steampunk em uma frase.

Steampunk é vapor, engenho e arte.

Por Cândido Ruiz


Antaŭen!

O Ano do Vapor e Ano em que fizemos Vapor

Antaŭen! Antaŭen significa “Em Frente!”.

No blog Cidade Phantástica Romeu Martins listou varias novidades que teremos no ano de 2010 e intitulou o texto como 2010 o Ano do Vapor. Por sua vez Ana Cristina Rodrigues escreveu sobre 2009 o Ano em que fizemos Vapor.

Para todos os fãs de Steampunk, 2009 foi realmente um bom ano e 2010 promete ser uma grande ano para a Literatura Fantástica e “O Ano do Vapor”. O AoLimiar está divulgando a Literatura Fantástica , e todos os gêneros correlacionados, com a potência de um “puffing devil”. Agora cabe aos fãs apoiarem essa ideia (não sabe como? Saiba como dar uma mãozinha para a Literatura Nacional aqui).

Pra quem quiser o selo do Ano do Vapor de forma mais prática o blog Os Paradoxos disponibiliza o selo aqui.

Por Cândido Ruiz

O Projeto Argo

Vamos falar um pouco sobre o Projeto Argos…

Durante a primeira metade do século XX diversos países financiaram experimentos científicos com fins bélicos devido a um cenário conflituoso generalizado. Um projeto naval que objetivava a criação de um sistema de camuflagem aprimorado produziu resultados ines perados.

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Este projeto se baseava em diversas teorias de cientistas de varias nacionalidades e consistia em uma série de modificações estruturais em uma embarcação militar objetivando a manipulação do campo eletro-magnético e ondas de radio emitidos a partir da nau. Após o incidente o projeto foi redirecionado para explorar estas “anomalias”.

Tesla, Einstein, and Steiglitz

Nas décadas seguintes as incursões espaço-tempo sofreram grande avanço, mas esta tecnologia só foi dominada mais tarde… tecnologia militar de ponta que deu origem a diversas incursões com variados propósitos inclusive o “resgate” de relíquias históricas, conseqüentemente surgiram os criminosos temporais.

O Aumento dos crimes temporais exigiu a criação de um “tratado” e “agentes temporais”. A tecnologia de viagens espaço tempo ainda se concentrava nas forças-navais acima do equador e meio de transporte que mais se desenvolvera ainda eram navios e submarinos.

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Devido as necessidades peculiares destas incursões surgiram veículos tão avançados quanto submarinos nucleares e com a aparência de embarcações portuguesas, francesas, italianas e inglesas dos séculos XVII, XVIII e XIX que foram batizadas de “Argo’s” em homenagem a embarcação homônima presente na mitologia grega. O Nocturlábio é o “Argo” mais avançado já criado, dentro do convés existem dezenas de instrumentos de navegação e o capitão mais apropriado possível.

Por Cândido Ruiz

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Post Scriptum: Algumas páginas depois e começo a me deparar com a responsabilidade. – Leia  Mais Brasileiros na Steampunkopedia

O Capitão Łazarz

Lázaro

 

O Capitão Łazarz (Lázaro) pode intimidar muitos homens apenas com o olhar, mas aqueles que não fazem parte de sua tripulação costumam ficar chocados com seus estranhos hábitos e “limitações”…. Afinal jamais descer a terra firme sem um bom motivo para faze-lo e também admitir pavor de “certas águas” não é algo muito comum a um capitão.

 

O fato de ser alcoólatra, acrofóbico, claustrofóbico, agorafóbico e aceitar facilmente mulheres na tripulação também não o torna muito bem-quisto por outros marinheiros. Ótimo esgrimista e hábil também com facas, seria temido facilmente se não se detivesse ao ver uma lamina enferrujada.

 

Fanático por J. S. Bach costuma assobiar melodias de suas composições o dia todo. Toca alaúde e rabeca com maestria, mas suas releituras são sempre rebuscadas demais como música cigana( ou como ele diz: “Como o velho Tull”).

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E sse velho alcoólatra tem uma aparência que remeteria a Victor Hugo ou Raimundo Lúlio… caso eles usassem ópio. O velho Lázaro seria risível caso não tivesse motivos para tanto. Afinal porque um homem tão problemático faria parte do projeto “Argo”? Por que eles o selecionariam se não era militar de fato? Porque lhe entregariam nas mãos a liderança do principal instrumento de navegação espaço-tempo jamais criado? A resposta é… Eles não tiveram escolha.

Por Cândido Ruiz

Cartaz referente a banda Jethro Tull